domingo, 26 de setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
A viajem.
Eu simplismente viajo dentro desses riffs de guitarra e no cheiro do insenso que queima minhas narinas.
Eu entro e permaneço em transe, como se cada acorde e cada rajada de fumaça me guiasse, meu corpo se move de acordo com a música, meu cérebro fica em perfeita sintonia com a melodia.
Começo a fazer uma espécie de dança, um tanto quanto estranha, mas de qualquer forma, dança.
Mexo minhas mãos, vou envergando minhas costas, alguns saltitos, algo muito bom para falar verdade.
Tão bom é viajar sem sair do lugar.
E eu nem precisei de drogas.
Eu entro e permaneço em transe, como se cada acorde e cada rajada de fumaça me guiasse, meu corpo se move de acordo com a música, meu cérebro fica em perfeita sintonia com a melodia.
Começo a fazer uma espécie de dança, um tanto quanto estranha, mas de qualquer forma, dança.
Mexo minhas mãos, vou envergando minhas costas, alguns saltitos, algo muito bom para falar verdade.
Tão bom é viajar sem sair do lugar.
E eu nem precisei de drogas.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Frases de alguém que nunca teve medo.
E até o tempo passa arrastado
Só pra eu ficar do teu lado
Você me chora dores de outro amor
Se abre e acaba comigo
e nessa novela eu não quero ser teu amigo
Só pra eu ficar do teu lado
Você me chora dores de outro amor
Se abre e acaba comigo
e nessa novela eu não quero ser teu amigo
Nas noites de frio é melhor nem nascer
Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer
E assim nos tornamos brasileiros
Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro
Pois assim se ganha mais dinheiro
Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer
E assim nos tornamos brasileiros
Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro
Pois assim se ganha mais dinheiro
Pra que mentir
Fingir que perdoou
Tentar ficar amigos sem rancor
A emoção acabou
Que coincidência é o amor
A nossa música nunca mais tocou
Fingir que perdoou
Tentar ficar amigos sem rancor
A emoção acabou
Que coincidência é o amor
A nossa música nunca mais tocou
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
O tempo.

Disparo contra o sol
Sou forte, sou por acaso
Minha metralhadora cheia de mágoas
Eu sou o cara
Cansado de correr
Na direção contrária
Sem pódio de chegada ou beijo de namorada
Eu sou mais um cara
Mas se você achar
Que eu tô derrotado
Saiba que ainda estão rolando os dados
Porque o tempo, o tempo não pára
Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta
A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára
Eu não tenho data pra comemorar
Às vezes os meus dias são de par em par
Procurando agulha no palheiro
Nas noites de frio é melhor nem nascer
Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer
E assim nos tornamos brasileiros
Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro
Pois assim se ganha mais dinheiro
A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára
Sou forte, sou por acaso
Minha metralhadora cheia de mágoas
Eu sou o cara
Cansado de correr
Na direção contrária
Sem pódio de chegada ou beijo de namorada
Eu sou mais um cara
Mas se você achar
Que eu tô derrotado
Saiba que ainda estão rolando os dados
Porque o tempo, o tempo não pára
Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta
A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára
Eu não tenho data pra comemorar
Às vezes os meus dias são de par em par
Procurando agulha no palheiro
Nas noites de frio é melhor nem nascer
Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer
E assim nos tornamos brasileiros
Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro
Pois assim se ganha mais dinheiro
A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára
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É do mundo.
"Natural é as pessoas se encontrarem e se perderem".
Caio F.
Caio F.
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quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Desabafo pessoal.
Eu detesto quando quero escrever e não consigo.
Na verdade eu consigo, mas sempre em forma de desabafo pessoal, nunca em forma de história, poesia, prosa, ou qualquer outra forma.
Sinto-me feliz, por isso não quero escrever nada triste, mas não consigo colocar o que quero dizer em palavras, ou melhor, em histórias.
Como disse, isso se tornou mais um de meus desabafos pessoais, que odeio.
Na verdade eu consigo, mas sempre em forma de desabafo pessoal, nunca em forma de história, poesia, prosa, ou qualquer outra forma.
Sinto-me feliz, por isso não quero escrever nada triste, mas não consigo colocar o que quero dizer em palavras, ou melhor, em histórias.
Como disse, isso se tornou mais um de meus desabafos pessoais, que odeio.
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